Francisco Barbedo. In memoriam – Maria José ...

Um dia recebi um email assinado por alguém que não conhecia e se identificava como técnica superior da DGLAB. Tinha lido um artigo que eu tinha publicado e queria saber mais sobre a forma como aplicava o modelo de dados CIDOC-CRM à informação arqueológica. A primeira reação que tive foi a óbvia: mas alguém lê a literatura cinzenta que nós escrevemos?! Depois, respondi a medo: talvez o texto tivesse dado uma dimensão à coisa que ela não tinha, tratava-se singelamente da metodologia que estava a aplicar no meu trabalho de doutoramento, um assunto muito específico, ainda por cima não integrado em nenhum projeto para além do académico e sem...