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A morte de um génio – Steve Jobs (1955-2011)

Nos últimos dias recebi inúmeras mensagens, e-mails, posts no facebook, twitts, etc., sobre a morte anunciada de um dos grandes génios do nosso tempo. Um deles mencionava que Steve Jobs nunca teria recebido um prémio internacional de relevo e que andamos a premiar pessoas sem grande impacto no Mundo em vez de premiarmos quem efectivamente muda o Mundo. Um outro referia-se a uma visita que um técnico fez a casa de Jobs e sobre a recepção simpática e calorosa que teve. O mais frequente tinha a ver com o famoso discurso em Stanford e na clara visão que Jobs tinha da vida. Em todos eles parecia estar esquecido o Jobs que era irascível e difícil como era apresentado pela imprensa de vez em quando.

Eu, macuser desde 2006, reconheço-lhe a capacidade de transformar uma coisa complicada em algo bonito e simples. Reconheço-lhe o génio como inventor, líder e gestor. E reconheço que o mundo ficou a perder com a sua partida antecipada.

Os museus, tema central deste blog, têm muito a ganhar se souberem usar algumas das ferramentas que ele criou (o iPhone e iPad, mas também o iTunes U, por exemplo) para proveito próprio e dos seus públicos. Alguns já o vão fazendo, mas as enormes possibilidades que podem ser exploradas nessas ferramentas, para divulgação e criação de conhecimento, estão ainda por explorar. Haja quem as aproveite.

Em todo o caso é, continuo a dizer apesar das crises, um enorme privilégio viver numa altura em conseguimos ter ao nosso dispor tecnologia como esta.

Thanks, Mr. Steve Jobs!