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Que me perdoe o Picasso

… mas preferia 1000 vezes que a polícia conseguisse recuperar o Códice Calixtino do que conseguir (como aliás conseguiu) recuperar uma das suas obras. Não que tenha alguma coisa contraPicasso e a sua brilhante Obra ou ache sequer que poderíamos perder um exemplar da sua produção, nada disso!

A questão aqui é a perda irreparável que constitui o roubo de um dos códices mais brilhantes que alguma vez foi escrito. Um verdadeiro guia de viagens escrito em 1130 (reparem bem 1130… recordam-se da data em que Portugal nasceu?) e que descrevia, para os peregrinos a Santiago, os sítios a ficar, alojamentos, património, enfim um conjunto enorme de informação reunida e compilada numa forma que só há muito pouco tempo se tornou comum para todos nós. Já para não falar do facto de ser um importante documento na investigação histórica sobre diversos assuntos.

Espero sinceramente que o recuperem.

Imagem: Wikipedia